quinta-feira, 19 de março de 2009

Jacobsen Vintage Nº 2: uma das cervejas mais caras do mundo

Escrito por Daniel Wolff



Mais uma vez a cervejaria Jacobsen, pertencente à dinamarquesa Carlsberg, chama a atenção pelo lançamento da Vintage. Trata-se da edição Nº 2 – uma das cervejas mais caras e exclusivas do mundo. Ela é vendida ao preço de DKK 2009,00 (coroas dinamarquesas), aproximadamente R$ 800,00, e tem sua produção limitada a somente 600 garrafas.

Esta cerveja é a segunda de uma trilogia criada pela cervejaria. A Vintage Nº 1, a primeira delas, foi lançada há um ano e despertou muita curiosidade em virtude do seu preço: DKK 2008,00. Uma coroa dinamarquesa, ou melhor, 40 centavos de Real mais barata que a Vintage Nº 2. A diferença mínima se deve ao vínculo do preço ao seu ano de lançamento. Ou seja, já reserve 2010 coroas dinamarquesas para fazer parte do seleto grupo da edição Nº3 em 2010.

"Com o trilogia das cervejas Vintage queremos elevar os limites para aquilo que uma cerveja pode oferecer, e desafiar o segmento dos vinhos de luxo em restaurantes gourmet, utilizando a nossa inovação e técnica em fabricar cervejas" – diz Morten Ibsen, mestre-cervejeiro da cervejaria Jacobsen, um dos quatro mestre-cervejeiros responsáveis pela Vintage Nº 2.

A Vintage Nº 2 foi maturada na cave original da cervejaria Jacobsen – um porão ao estilo cripta datado de 1847 – em barricas de carvalho francês por 100 dias. Definição da cervejaria: a cerveja possuí uma coloração negra intensa e espuma branca densa e persistente. São relevados os aromas de baunilha e cacau, com notas distintas de alcatrão, que provém do malte defumado escocês, transportado da Escócia exclusivamente para ser utilizado nesta cerveja. A Vintage Nº 2 é uma combinação perfeita para ostras, mariscos, presunto parma e queijos. Se você desejar algo doce, chocolate e crème brûlée também é uma ótima pedida.

Cada garrafa da Vintage Nº 2 foi rotulada com uma gravura litografada à mão pelo polêmico artista chileno Marco Evaristti: "Nós escolhemos as gravuras de Marco por ele ser intransigente, inovador e além de seus limites, como a trilogia da Vintage", comenta Morten Ibsen. Evaristti fez cinco diferentes gravuras, cada uma tendo um elefante como motivo principal. Somente 125 unidades de cada rótulo foram produzidas, aguçando ainda mais a sede dos verdadeiros colecionadores.

Fonte: http://www.mestre-cervejeiro.com/artigos-e-noticias/jacobsen-vintage-no-2-uma-das-cervejas-mais-caras-do-mundo.html

quarta-feira, 11 de março de 2009

Harmonização com Cervejas

Escrito por Daniel Wolff



A regra básica para harmonizações entre bebidas e comidas é que os sabores e aromas do alimento não se sobreponham ao da bebida, e vice-versa. As harmonizações podem ter como objetivo equalizar, complementar ou contrastar os sabores e sensações do que se come com o que se bebe.

O primeiro passo é conhecer as características da cerveja e as do prato que queremos colocar lado a lado.
É interessante conhecermos a grande diversidade de estilos existentes para termos opções na hora de formatarmos uma harmonização. Quanto mais estilos e marcas de cervejas tivermos como referência, mais fáceis e maiores serão as chances de acerto em nossas combinações.

Precisamos ter em mente que harmonizar é mais do que interpretar rótulos de cerveja - Esta cerveja combina com massa - isso é muito abrangente! Massa é um elemento neutro. Ou ainda: “Harmoniza com peixes”. Certo, mas o peixe é oleoso como o salmão, ou forte em sabor como o cação?

Devemos conhecer o prato, como ele é elaborado e o que o acompanha. Cada elemento vai interagir de forma diferente com a cerveja, e uma perfeita harmonização leva tudo isso em conta.

É pertinente fazermos perguntas do tipo:

– Qual é o molho desta massa?
– Como é elaborado este peixe? Grelhado ou ensopado?
– Quais são os acompanhamentos deste prato?

Com isso idealizamos os aromas e sabores que irão se formar no prato. E conhecendo as propriedades da cerveja, como corpo, aroma, acidez, doçura, alcoolicidade e amargor, conseguimos trabalhar a harmonização.

Em um dos eventos de harmonização que conduzi junto com o chef Gustavo Corrêa, de Vitória (ES), tivemos para o prato principal um delicioso Carneiro com Cuscuz Marroquino. Sugeri a cerveja Eisenbahn Weizenbock para este prato. Trata-se de uma bock de trigo, com coloração âmbar escura, espuma densa, aromas de frutas passas e castanhas, de alto teor alcoólico (8,5%), levemente adocicada, médio amargor, e que possui um excelente equilíbrio desta complexidade gustativa. As amêndoas e uvas passas do cuscuz refletiram os aromas da cerveja. A suculência da carne e o sabor marcante do carneiro foram rasgados pela alcoolicidade e o amargor da bock de trigo. A acidez e a sutil tendência à doçura do molho roti do carneiro com especiarias se equilibrarvam com a da cerveja.

Este é um caso de sucesso em jantares de harmonização. A sugestão do prato e da cerveja entraram em completa harmonia e proporcionaram um momento mágico para o grupo de 70 pessoas então presentes.

Fonte: http://www.mestre-cervejeiro.com/artigos-e-noticias/harmonizacao-com-cervejas.html

Onde compro um desses???

terça-feira, 10 de março de 2009

Mais fotos do curso!













Salve!
Mais algumas fotos do curso de cerveja do Botto realizado em janeiro de 2009.
Foi muito bom o curso, produzimos uma Golden Ale e a parte teórica foi nota 10.
Essas são cervejas que foram oferecidas durante o curso para degustação, algumas obras de arte como a Saint Nicholas, a tcheca e as de barril, duas pilsen, uma porter produzida durante o curso anterior e também uma que infelizmente não ficou boa por problemas num freezer.
Até a próxima!

quarta-feira, 4 de março de 2009

POR ONDE COMEÇAR (Época. 22 de dezembro de 2008)

A dica é experimentar as mais leves e gradualmente aumentar o teor alcoólico e a coplexidade dos sabores:

1- As pilsens artesanais, ou louras geladas, tem puro malte e características bem definidas


2- Em seguida experimente as de trigo (weisen), amarelas pálidas. Em geral são turvas e tem gosto leve de banana e cravo-da-índia


3- Por fim, chegue às que misturam sabores e alto teor acoólico. Elas podem ser de qualquer cor, inclusive ruivas e picantes

Fim de semana com cerveja!!!

Era uma vez, uma amiga que queria passar um fim de semana tranquilo, bebendo uma cervejinha com os amigos, fazendo churrasco e pegando um solzinho na piscina....



Olhem a carinha de feliz de seu cachorrinho!!!

segunda-feira, 2 de março de 2009

NOSSA CERVEJA ARTESANAL

Um dia desses produzimos uma cerveja (chopp engarrafado) na casa do Alexandre, uma Red Ale. O processo de fabricação está representado pelas fotos abaixo. Começamos por torrar parte dos cereais. Logo após estes cereais são quebrados na moagem desses grãos. Em seguida são fervidos na preparação do mosto. Depois filtrados e colocados para fermentar. O processo de fermentação leva aproximadamente 10 dias, depois ela é engarrafada e fica maturando e fermantando mais um pouco por mais 20 dias.